sexta-feira, 11 de janeiro de 2013


Tempos que não voltam mais
Ficaram só as lembranças
Lembranças doces
Doces como mel
Outras amargas
Amargas como fel

Quem diria que um dia
Eu estaria sentindo saudades
Desse Tempo que
não é mais meu
O Mesmo Tempo que deixei
Escorrer entre minhas mãos
Sem nada poder fazer

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013


Doces Lembranças


Deito-me em seus braços e descanso mesmo relutante
Mesmo com todas as lembranças do passado que insistem em me sufocar
Não me permito esquecê-las, é uma forma de me manter vivo, sempre em alerta
As dores e prantos passam, mas o sabor amargo das angústias nunca sai
Não sai porque não quero lutar
Mas por que eu lutaria?
Não há sentindo, quando não temos vontade de persistir
Quando não há mais vontade de prosseguir.

Conversas ao Vento

Como navegar nesse imenso oceano
Sem olhar para trás
E lembrar-se de tudo

Das conversas empolgadas, despreocupadas
Conversas jogadas ao vento...
Quem sabe eu sinta falta um dia
Mas como saberei? Se nunca tentar!

Conversas ao vento...
Queria te dizer tudo o que sinto
Mesmo que custasse tudo o que construí
Mesmo que custasse até a última gota do meu sangue
Até a última centelha de energia que possuo

Conversas ao vento...